


Escrito por @FFenrirX
Seg, 06 de Fevereiro de 2012 11:08
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RESENHAS

Saudações Aventureiros!
Nesse domingo passado, comecei um projeto pessoal anexo aos #CavaleirosInsones: todo o primeiro domingo do mês, irei jogar (ou mestrar) um jogo indie dsconhecido por aqui no Brasil, e gratuito de todas as maneiras. Depois que joguei com o mestre Gabriel o Encounter Critical, fiquei fascinado em saber como eram as regras, e o desenvolver de um jogo onde o pensamento realista e científico era o fator determinante, e convidei alguns amigos, para juntos, passarmos a tarde de domingo jogando o Crítico Encontro, ou Encontro Crítico, enfim, vamos as considerações logo abaixo.
SISTEMA

O sistema é totalmente simples, onde tudo se baseia em interpretação de perícias relacionadas a cada classe/raça/subtipo. Uma perícia que significa uma coisa para um Combatente (Warrior) pode ser algo totalmente diferente para um bruxo (Warlock), como o exemplo que eu usei para os jogadores:
Invisibilidade nada mais é que usar uma distração em combate para o Combatente, mas para um Bruxo, ele fica invisível mesmo com sua magia.
O sistema usa dados de porcentagem para a resolução de testes, e outros dados para dano de armas. Com o sentimento de jogos de fundo-de-quintal da década de 1970/80, ele conta um pouco sobre as classes, raças, e as jogadas essenciais, mas tudo é totalmente interpretação do mestre. Por ter uma mistura de ficção, fantasia e toques de humor trash, o jogo pode muito bem ser adaptado para qualquer cenário, mas ele tem mais foco nas misturas de Fantasia/Ficção Pulp, onde podemos ver Robôs/Zumbis lutando lado à lado com Amazonas vestidas com Bikini Mail contra Dragões-Ciborgues...
HISTÓRIA

No mundo de Vanth, o grupo bem eclético de aventureiros faziam parte de uma tribo nômande e comercial, onde tudo girava em torno de uma manopla dada ao lider da tribo, um humano de mais de 150 anos de idade, por uma divindade sem nome. Ela, como era conhecido, presenteou a tribo com a
Manopla do Conhecimento, onde o líder, quando usava a manopla, ela dizia para quem ele tocava seu futuro... profissional.
Enquanto o grupo vendia seus produtos no Castelo Noth, a tribo foi atacada por um grupo de Macacos Planetários Primitivos Super-Desenvolvidos. Quando voltam, eles descobrem que a Manopla foi roubada!
Com o líder quase moribundo implorando que resgatem a Manopla, os jogadores partem no rastro dos macacos.
A sequência de sucessos impressionantes dos jogadores, somado a perspicácia científica e realista dos mesmo fizeram com que o jogo transcorrece eficientemente, onde eles descobriram um espião na tribo, acharam a trilha dos macacos, e ainda descobriram pistas de uma criatura assustadora que tinha contratado os macacos para roubar a Manopla.
FOTOS DO JOGO
Fiquem com algumas fotos abaixo:
Livros preparados com o rigor científico da obra.
Mesa cheia de realismo.
Jogadores (da esquerda para a direita): Thais, Glauber, Bruno, Hortência, Cleiton e Gabriel. E eu como sempre, tirando a foto...